terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Sobre amar

...no fim das contas, amar é fazer feliz. Ser feliz é outra coisa. Ver o outro feliz também é outra coisa. Amar significa, única e exclusivamente, fazer feliz. Isso justificaria ser sempre diferente (o amor), já que cada pessoa é feliz de um jeito diferente. E isso justificaria a decepção quando o outro não aceita nosso amor - afinal, ver o outro feliz nunca bastará se não for por consequência de algo que nós mesmos fizemos.

Sorte nossa que somos humanos, e vivemos de comida e emoção. Fosse só comida, seria morno. Fosse só emoção, seria breve. E que bom é lidar com tudo isso... E que decepção também, afinal! Corro os olhos na vida dos meus amigos com um pouco de alegria, vergonha e tristeza... Alguns se gabam por amar infinitamente, e outros se desesperam por não amar. Parece, daqui de fora, que desaprendemos a amar a nós mesmos, e que agora o importante é externar o que vivemos. Daqui, parece-me que estamos correndo desesperados, e nem sabemos pra onde. Parece que mudar o status do relacionamento virou mais importante do que o "pedido de namoro" em si (e, confesso, tenho memória fresca, de experiência própria, sobre isso). E parece que voltar o status para solteiro virou motivo pra ganhar "curtir" e dizer "festaaaaa". Na boa... Pra onde é que estamos caminhando? Po, põe um pouco de amor na sua vida (ou no seu samba...) e bora viver, que a vida tá passando!! Feliz dia dos namorados 1, abraços, e ponto.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

Pra quem reclama que nunca viu!

Muita gente reclama nunca ter-me visto tocar violão... Na real, eu também nunca me vejo (de fora), e por isso também fico um pouco curioso... Quer dizer, o som do violão é muito diferente quando se está tocando em relação a quanto se está ouvindo...

E estava eu, cá com as 6 cordas, tocando, e resolvi gravar. O "ensaio" saiu sem erros, e a gravação cheia deles. Mas acho que é isso mesmo, certo?! Na teoria é tudo ótimo, e na prática é mais ou menos. (O Tom que me desculpe, onde quer que esteja...)

Então, segue meu - talvez primeiro e provável último - momento narcisista da história. E que saibam que isso tem mais a intenção de ser uma boa lembrança do que da autopromoção... Até porque teria que treinar muito pra que isso pudesse me promover de alguma forma rs... Abraços, e ponto.