Mas a semana foi produtiva. Depois de uma mudança bem-sucedida, amanhã a GHN começa num novo espaço, maior, com mais estrutura, pronto para 2010. Mas hoje é tudo que eu aguento falar... Então, um abraço com cheiro de mudança, e ponto.
Que o fim está próximo, todo mundo sabe! Mas já que isso não podemos evitar, que tal combinarmos um pouco de saúde com um bocado de sorte e fazermos cada segundo realmente valer a pena?
domingo, 10 de janeiro de 2010
GHN de casa nova!
Sem qualquer sombra de dúvidas, ir de um extremo ao outro de forma rápida causa transtornos sérios ao sujeito que sofreu a mudança. No meu caso, vir das férias e entrar numa semana como esta que passou foi suficiente para me derrubar. Parece que corri 30km, pedalei 200km, escalei uma via de mais de 200m e tudo isso sem uma noite "anterior" bem dormida. Estou um caco.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Cacetinhos, alaminutas e outras "gauchices"
Nossa viagem de fim de ano se acabou, e foi - de fato - bem sucedida. Poderia ter sido melhor, já que viemos embora no próprio dia 1o. e acabei de descobrir que deu voo no final daquele dia. Paciência. Voltei de "barriga cheia" de qualquer forma! E as lembranças ficaram...
No clube de Sapiranga, por exemplo, além da receptividade muito legal que tivemos por parte dos gaúchos, os irmãos Marta e Eduardo ficaram com certeza em nossos corações. Fora toda a cordialidade e prontidão em nos atender, viramos o ano com eles, com direito a uma ceia de deixar muito hotel no chinelo. Obra do grande Eduardo, cozinheiro de mão cheia. E foi idéia da Marta, com todo seu carisma, que era preciso mostrar a bunda para a lua se quiséssemos ter sorte no ano que iniciava. Não tenha dúvidas que eu optei pela sorte!
Também fomos para Gramado, onde apreciamos um café colonial inigualável no Hotel da Torre, um local tradicional da cidade. Aliás, fiquei em dúvida se há algo lá que não é tradicional. A cidade é fantástica, com uma arquitetura bem típica e músicas soando nas ruas. Se ignorarmos o fato de que a cidade acabou virando turística demais, fiquei impressionado. E tomamos um belo banho de chuva lá, que ainda lavou nossas almas para começarmos o ano ainda melhor!
E, pra não acabar ficando muito prolongado, muitas coisas aprendemos nesta viagem - principalmente sobre os gaúchos. Na verdade, precisávamos quase que de um dicionário para entendê-los no começo. Também pudera: eles têm cada nome...
No clube de Sapiranga, por exemplo, além da receptividade muito legal que tivemos por parte dos gaúchos, os irmãos Marta e Eduardo ficaram com certeza em nossos corações. Fora toda a cordialidade e prontidão em nos atender, viramos o ano com eles, com direito a uma ceia de deixar muito hotel no chinelo. Obra do grande Eduardo, cozinheiro de mão cheia. E foi idéia da Marta, com todo seu carisma, que era preciso mostrar a bunda para a lua se quiséssemos ter sorte no ano que iniciava. Não tenha dúvidas que eu optei pela sorte!
Também fomos para Gramado, onde apreciamos um café colonial inigualável no Hotel da Torre, um local tradicional da cidade. Aliás, fiquei em dúvida se há algo lá que não é tradicional. A cidade é fantástica, com uma arquitetura bem típica e músicas soando nas ruas. Se ignorarmos o fato de que a cidade acabou virando turística demais, fiquei impressionado. E tomamos um belo banho de chuva lá, que ainda lavou nossas almas para começarmos o ano ainda melhor!
E, pra não acabar ficando muito prolongado, muitas coisas aprendemos nesta viagem - principalmente sobre os gaúchos. Na verdade, precisávamos quase que de um dicionário para entendê-los no começo. Também pudera: eles têm cada nome...
- Pão francês, por exemplo, é cacetinho. Isso mesmo, cacetinho. Chegamos na panificadora e havia um belo cartaz: "Experimente o cacetinho com fibras"! Po, logo cedo?!
- Prato Feito, ou Comercial, é Alaminuta. Ou à la minuta. Por quê? Boa pergunta... Sei que, quando perguntamos por PF, a resposta foi "poxa vida... aqui na cidade vai ser difícil!".
- No curioso cardápio da Casa do Pastel, os pratos tinham explicação embaixo. Havia lá "Macarrão quatro queijos", e embaixo as explicações (quais os queijos, etc). E daí tinha um prato chamado Violinha. A explicação? "Violinha" também. Violinha é comida? Questionamos a garçonete, e ela respondeu "Violinha é peixe!". Sem entender muito, confirmei com ela se era "peixe" ou era "um tipo de peixe". "É peixe mesmo", ela respondeu, como se "violinha" fosse um nome muito comum para peixe.
- De volta à panificadora, havia um sonho em formato de pão francês lá na "vitrine". Isso quer dizer que havia um sonho em formato de cacetinho. Abrindo um espaço para o besteirol, isso quer dizer que sonho de gaúcho é um cacetinho com creme branco dentro?!
- Polícia militar não é polícia militar. É brigada militar. "Mas a função é Policial Militar", afirmou o policial que nos parou!
E, fora isso, muitas coisas fizeram da viagem uma viagem que realmente valeu a pena. O ano começa daqui a dois dias, e eu começo o ano de tanque cheio! Vamos pra cima! Que 2010 seja um tesão para todos nós!! Abraços, e ponto.
Sapiranga - Capital Gaúcha do Vôo Livre
Estamos há três dias em Sapiranga, Rio Grande do Sul, e os dias não poderiam ser melhores. Fugindo da condição chuvosa do Paraná e Santa Catarina, eu, a Glau (sócia e amiga) e o Grandão (parceiro de escalada) nos mandamos para a capital gaúcha do voo livre. Tudo por alguns belos dias de voo...
E, aliás, que belos. A viagem, apesar de lenta na parte gaúcha, tem paisagens belíssimas por si só. A chamada Rota Romântica (que, pra um grupo de amigos, de romântica não tem muito) é formada por muitas serras e cidadezinhas simpáticas. E, apesar de termos parado apenas uma vez, muitos cafés coloniais deixam o caminho realmente “apetitoso”...
Já em Sapiranga, ainda de dia, um paraca e uma asa delta no ar faziam da nossa viagem uma das mais bem-sucedidas que já fizemos – e tínhamos acabado de chegar! Os relatos eram que, naquele dia, 3 horas de voo fora algo comum! E a previsão para os próximos dias não era diferente!
E não foi! No outro dia, segunda-feira, fomos cedo conhecer a rampa. Muitos pilotos de asa, e alguns de paraca, integraram um bom pelotão, que decolou, estampou e tratou de tirar para o cross – sem muito sucesso. Eu fiquei logo após a primeira termal, e alguns colegas logo após a segunda.
Voltamos, subimos a rampa novamente e voei por mais de hora dentro do próprio vale, indo e voltando pra lá e pra cá. Muito legal, e mutio didático também. Consegui praticar algumas coisas aprendidas no curso do Frank Brown, e pousei alegre com mais de 2 horas de voo só no primeiro dia!
E, como se não bastasse, o segundo dia amanheceu melhor. Eu fiz o que estava querendo: decolei, estampei, e tirei do morro. E pousei de volta, depois da primeira termal, numa roubadinha que me rendeu 30 minutos de caminhada até o asfalto, onde a Glau me resgatou! A Glau também tirou e pousamos perto, e o Grandão fez mais de 2 horas de voo local.
Hoje, apesar do mormaço, a frente fria não parece querer perdoar. Estamos com um céu cinza e encoberto, e a previsão é de chuva para o fim da tarde. Creio que teremos um dia bem turístico, no qual descobriremos mais curiosidades sobre o RS. Já estamos quase escrevendo um dicionário, mas esse é assunto para a próxima escrita... Por hora, deixo um abraço, e um ponto!
Escrito em 30/dez/2009
Fotos: Glau Nakamura
E, aliás, que belos. A viagem, apesar de lenta na parte gaúcha, tem paisagens belíssimas por si só. A chamada Rota Romântica (que, pra um grupo de amigos, de romântica não tem muito) é formada por muitas serras e cidadezinhas simpáticas. E, apesar de termos parado apenas uma vez, muitos cafés coloniais deixam o caminho realmente “apetitoso”...
Já em Sapiranga, ainda de dia, um paraca e uma asa delta no ar faziam da nossa viagem uma das mais bem-sucedidas que já fizemos – e tínhamos acabado de chegar! Os relatos eram que, naquele dia, 3 horas de voo fora algo comum! E a previsão para os próximos dias não era diferente!
E não foi! No outro dia, segunda-feira, fomos cedo conhecer a rampa. Muitos pilotos de asa, e alguns de paraca, integraram um bom pelotão, que decolou, estampou e tratou de tirar para o cross – sem muito sucesso. Eu fiquei logo após a primeira termal, e alguns colegas logo após a segunda.
Voltamos, subimos a rampa novamente e voei por mais de hora dentro do próprio vale, indo e voltando pra lá e pra cá. Muito legal, e mutio didático também. Consegui praticar algumas coisas aprendidas no curso do Frank Brown, e pousei alegre com mais de 2 horas de voo só no primeiro dia!
E, como se não bastasse, o segundo dia amanheceu melhor. Eu fiz o que estava querendo: decolei, estampei, e tirei do morro. E pousei de volta, depois da primeira termal, numa roubadinha que me rendeu 30 minutos de caminhada até o asfalto, onde a Glau me resgatou! A Glau também tirou e pousamos perto, e o Grandão fez mais de 2 horas de voo local.
Hoje, apesar do mormaço, a frente fria não parece querer perdoar. Estamos com um céu cinza e encoberto, e a previsão é de chuva para o fim da tarde. Creio que teremos um dia bem turístico, no qual descobriremos mais curiosidades sobre o RS. Já estamos quase escrevendo um dicionário, mas esse é assunto para a próxima escrita... Por hora, deixo um abraço, e um ponto!
Escrito em 30/dez/2009
Fotos: Glau Nakamura
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