quarta-feira, 25 de novembro de 2009

E o vôlei continua divertido, mas continua uma falcatrua!

Se o nosso vôlei das quartas-feiras fosse uma partida de futebol, seria a clássica pelada: metade sem camisa, cerveja na hidratação, pacote de salgadinho para repor as energias e muita, mas muita bola pra fora! Mas, afinal de contas... tem alguém aí preocupado?! Porque lá, definitivamente, não!

Com um céu fenomenalmente feio, digno de um temporal, o pessoal do voo se dirigiu novamente à quadra de volei de areia, na Arthur Bernardes, para algumas partidas clássicas do esporte que, de fácil, tem pouco. Apesar de eu sempre ter tido preconceitos em relação ao vôlei, resolvi abandoná-los pelo simples prazer de dar boas risadas com os amigos. À exceção de alguns de nós, a maioria nunca tinha sequer conhecido outro tipo de Manchete que não a da TV. E é aí que está a graça, afinal!

Saí do escritório a pé, rumo à praça do japão, para pegar a sete de setembro e acabar na Arthur Bernardes. Já no caminho, alguns fatos me fizeram rir. Como um negão que passou cantando num inglês tenebroso algum jingle romântico. Foi algo fascinante olhar as feições do indivíduo se contorcendo, como se ele estivesse cantando com o coração. É, talvez fosse isso... Ele estava falando com algum órgão vital dele, no idioma que o órgão de certo entenderia!!

Mas passou, e a caminhada continuou... Passei pelo Radisson e vi um palco exagerado com trocentas árvores de natal "empilhadas" sobre ele, como que para fazer algum enfeito chique e bonito. Espero que ainda o estivessem montando, porque a coisa ali estava feia...

E a sete de setembro já ficara para trás quando encontrei um grande companheiro de voo, o Marcelo Mineiro. Ele estava de bicicleta, e parou para trocarmos meia dúzia de palavras. Convidei-o ao vôlei, e ele confirmou que iria. E segui a caminhada...

Por fim, antes do vôlei, encontrei meu pai caminhando praça àcima. E qual não foi minha alegria ao vê-lo passar novamente, depois, correndo praça abaixo! Bem bacana, esta é talvez uma das melhores sensações que tenho... Ver meu pai correndo...

O vôlei suicida, hoje composto por Ronnie, Dorta, Dalton, Tumati, Leandro, Dayane e Mineiro, fora eu, nunca esteve tão suicida. Eram bolas voando para todos os lados, mas custavam a bater no chão dentro da linha. Custavam, na verdade, a bater no chão dentro da areia! Parecia que um ímã as atraía para fora do gradio da quadra! Incrível!!

Mas, depois de um tempo, com todos aquecidos, o cenário mudava! Na verdade, como a maioria de nós realmente não nasceu praquilo, o jogo equilibra: nós erramos e eles marcam pontos; eles erram e nós marcamos pontos. E por aí vai!

Jogar assim até tem suas vantagens. Pense que chato, por exemplo, quando só um time faz pontos seguidos: o time não gira, quem está na rede fica na rede e quem está no fundo fica no fundo. Com esta nossa forma, o time gira o tempo todo. Muito bacana!

E é isso. Pra fechar a quarta-feira, um sambinha que, aos poucos, parece tomar mais forma através da minha pessoa... Eita ritmozinho complicado de se dançar!! E vamos que vamos... amanhã é dia de festa. A GHN Soluções e GHN Design farão seus encerramentos no Bagdad Café. Mas, sobre isso, depois eu conto! :- ) Abraços, e ponto.

PS: Fotos meramente ilustrativas! Nosso jogo, na realidade, só tem homem. Mas quem quer ver fotos de homem, certo?! :-)

4 comentários:

  1. È ISSO AÍ !

    VÔLEI AÇAÇINO E CEM NOSSÃO....

    ResponderExcluir
  2. Haa .. e mais uma coisa.. pra quem leu esse post e conhece o Henrique... ele não sabe jogar volei... é destro...e só corta com a esquerda...

    Pensem na plasticidade dos movimentos do guri..

    Mais feio do que facada no c....

    ResponderExcluir
  3. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  4. hahahahahaaha.... po, tão me menosprezando aqui, na minha própria casa... inacreditável... haha

    ResponderExcluir